Miguel Sousa Tavares diz que "num país que não gosta de mudar" e se habituou viver no "bem bom dos dinheiros europeus", a simples ideia de uma reforma já pôs sectores da Administração Público e da extrema esquerda em "pé de guerra". Para o cronista, o "unico PM reformista que tivemos em décadas foi Sócrates. Sobre os discursos do 10 de junho, considera lastimável que se tenha dizer o óbvio: "a nossa história tem manchas, como tem outras partes absolutamente gloriosas".

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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