Miguel Sousa Tavares comenta as notícias mais recentes em torno do MAI e a Moção de Censura apresentada pelo Chega ("Ventura está obcecado") para sublinhar que continua a não ver razões para a demissão do ministro perante tudo o veio a público. Sobre as diversas intervenções publicas de Luís Neves aponta criticas, "Não tem jeito nenhum para falar em público e acha que tem" e entende que escolheu o palco errado (a cerimónia da PSP na Madeira), "foi mais um passo em falso". Olhar critico ainda a a quem apontou o dedo à passagem de Montenegro pela praia, "quero ser governado por gente normal". Na Educação, o desalento com a fraca percentagem de alunos mais pobres que conseguiu aceder ao Ensino Superior, "isto não se recupera" e a culpa, entende, envolve a Fenprof. A questão de Ceuta e os novos sinais de guerra não passam também ao lado desta edição: "isto estilhaçou a Europa por todos os lados".

Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
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As criticas à seleção “endeusada” e a Ronaldo, “é triste vê-lo acabar assim” e a reação com dois ministros sob fogo: “Vai parecer que sou defensor do Governo”
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A “entrada a pés juntos” de Bugalho, o caso das Lajes pelo qual “os EUA têm de responder” e a contaminação das pastagens, “uma coisa de anedota”
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