

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da…

“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamo…

Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e m…

“Trump ordena, baixamos a cabeça e cumprimos” e a pausa na guerra em que “o Irão é claramente vencedor”
Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a sub…

O superávite português e a “a lição de 2008” que está entranhada: “O país não pode viver eternamente com o Estado endividar-se”
A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Naci…

“Trump é incrivelmente inculto, não sei se terá lido um livro sem ser de autoajuda e é altamente ignorante. Estamos confrontados com um louco à solta”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma propo…

A solidão de Marcelo “em busca de afeto”, o ataque lançado “sem saberem bem ao que iam” e o “monumental” processo de Sócrates
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista ente…

A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militar…

A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cr…

“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma …