Sousa Tavares fala das competências que a Constituição confere aos presidentes da República e que não são exercidas, por "atitude defensiva", o que o leva a questionar se não devem ser reduzidas ou se o país não deve acabar com a eleição por sufrágio (o que não defende). Em análise, a importância de assumir o pensamento político nos debates das TV'S e a solução "mais próxima" para a guerra na Ucrânia.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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