



A solidão de Marcelo “em busca de afeto”, o ataque lançado “sem saberem bem ao que iam” e o “monumental” processo de Sócrates
Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista ente…

A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militar…

A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cr…

“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma …

O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe qu…

“Fomos todos apanhados com as calças na mão”: os avisos da Proteção Civil que ficaram aquém, o papel de Montenegro e a “sorte grande” de Ventura
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negati…

“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A …

“Sinto uma revolta surda contra alguém que se diz cristão”: Sousa Tavares critica Ventura e explica porque vai “tapar os olhos” ao votar
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já…

“Não consigo perceber que o presidente de um partido que se chama social-democrata não saiba escolher nas presidenciais” e a politica externa que nos “envergonha”
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata …

O “deslumbramento” de Cotrim, as “banalidades” dos candidatos de PS e PSD e as “mentiras” de Ventura. Entre 86 e 2026, descubra as diferenças
Sousa Tavares faz a análise da campanha para dizer que Seguro e Ventura arriscaram menos. Cotrim estava a fazer "uma campanha notável" mas multiplicou "tiros nos pés", Mendes sofre o efeito das dúvidas sobre o trabalho como consultor e o Almirante foi quem lançou "uma ideia clara". Sobre PCP, BE e …