



“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma …

O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe qu…

“Fomos todos apanhados com as calças na mão”: os avisos da Proteção Civil que ficaram aquém, o papel de Montenegro e a “sorte grande” de Ventura
Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negati…

“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”
Miguel Sousa Tavares e Ricardo Costa foram os protagonistas de um episódio extra dos podcasts "De Viva Voz" e "Esta Semana" que decorreu no festival de Podcasts do Expresso. A nova ordem mundial (ou será desordem? perguntava um dos oradores) o papel da Europa e de Portugal estiveram em debate. A …

“Sinto uma revolta surda contra alguém que se diz cristão”: Sousa Tavares critica Ventura e explica porque vai “tapar os olhos” ao votar
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já…

“Não consigo perceber que o presidente de um partido que se chama social-democrata não saiba escolher nas presidenciais” e a politica externa que nos “envergonha”
Sousa Tavares analisa a primeira volta das presidenciais com criticas à neutralidade de Cotrim ("não sabe se vota em quem quer destruir o regime?") e a Montenegro que, embora possa ter tido uma "atitude compreensível" no quadro da AR, suscita dúvidas ao manter-se neutral entre "um social democrata …

O “deslumbramento” de Cotrim, as “banalidades” dos candidatos de PS e PSD e as “mentiras” de Ventura. Entre 86 e 2026, descubra as diferenças
Sousa Tavares faz a análise da campanha para dizer que Seguro e Ventura arriscaram menos. Cotrim estava a fazer "uma campanha notável" mas multiplicou "tiros nos pés", Mendes sofre o efeito das dúvidas sobre o trabalho como consultor e o Almirante foi quem lançou "uma ideia clara". Sobre PCP, BE e …

“Shakespeare, no ‘Hamlet’, dizia que a loucura dos grandes não pode passar sem vigilância. O problema é que a loucura de Trump não tem”
Na crónica desta semana, Miguel Sousa Tavares ficciona uma conversa entre Trump e a sua administração e o embaixador dos EUA em Portugal, a propósito de uma suposta invasão dos Açores. E, para além deste futuro distópico, as intervenções dos EUA na Venezuela (consumada) e na Gronelândia (prometida)…

Num debate em que o Almirante “esmagou” viu-se, “pela primeira vez, Mendes abalado”, e o retrato do país marcado pela “falta de coerência”
Sousa Tavares começa por criticar o país "onde só se ouve o bota abaixo dos políticos, mas pagos e mal considerados". Não estranha, neste cenário, o protagonismo de Ventura, a quem aponta o problema da "hipocrisia e demagogia". Sobre as presidenciais, diz que "não se importava que o resto da campan…

“O (aborrecido!) negócio da F1 que tem pouco a ver com o desporto” e a vitória de Montenegro que deixa coisas por esclarecer
Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político…