Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos.

A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
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A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
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“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
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