Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"

Miguel Sousa Tavares e a privatização da TAP: “Os portugueses que pagam impostos estão de acordo, os que não pagam estão contra”
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Miguel Sousa Tavares entrevista Ernesto Melo Antunes, em 1994: “Os militares não impuseram nada aos partidos”
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“A saída do Ronaldo faz-me lembrar a de Pinto da Costa no Porto: tinha ganho tudo, podia ter saído em ombros várias vezes, acabou humilhado”
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