Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"

“Trump ordena, baixamos a cabeça e cumprimos” e a pausa na guerra em que “o Irão é claramente vencedor”
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O superávite português e a “a lição de 2008” que está entranhada: “O país não pode viver eternamente com o Estado endividar-se”
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“Trump é incrivelmente inculto, não sei se terá lido um livro sem ser de autoajuda e é altamente ignorante. Estamos confrontados com um louco à solta”
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