Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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“Trump ordena, baixamos a cabeça e cumprimos” e a pausa na guerra em que “o Irão é claramente vencedor”
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