Miguel Sousa Tavares analisa os efeitos da tempestade "Kristin" e não poupa nas críticas à Proteção Civil: "não mediu bem as consequências" de um fenómeno "como não há memória" e faltaram avisos concretos. A atuação da MAI e dos ministros Nuno Melo e Leitão Amaro também não escapam à leitura negativa. Sobre o PM, entende que "não seria mais útil no terreno". O cronista diz que o discurso "populista" de Ventura terá rendido votos.

“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
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O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
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“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”
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