Miguel Sousa Tavares analisa os temas que marcam a atualidade. Sobre as explicações do MAI diz que não entende porque demoraram três semanas, mas defende que “não vê motivo para tanto estardalhaço”. O cronista entende que depois de 30 anos em funções, podemos concluir que Luís Neves “não foi corrompido”. Sobre a comissão que arranca em setembro, considera que os trabalhos “vão pôr em causa a PJ”, que tem estado "a reagir às televisões". Sobre o negócio das três fragatas adquiridas pelo PM em Itália diz que o “essencial não foi explicado”. Falamos ainda dos incêndios e da falta de combate às alterações climáticas: “É evidente que o clima está descontrolado. por ação humana”.

Miguel Sousa Tavares entrevista Álvaro Cunhal, em 1994: “Nunca pensei em ambição pessoal”
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IA: “Chega de mais evolução tecnológica, por mim parava já”. A “obsessão” do MNE. E os povos que “se calhar não gostam da democracia”
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Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC
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