Sousa Tavares recorda Pinto Balsemão, a quem o país "ficou a dever muito" e teme que a sua morte nos deixe, nos media, "desprotegidos". Não tem dúvidas de que o fundador do Expresso e da SIC preferia o jornalismo ao poder político. Sobre as presidenciais, falamos do candidato "mais Seguro" e confessa-se "farto de vendedores da banha da cobra"

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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