Sousa Tavares considera que a escolha de Maria Luís Albuquerque para Comissária Europeia não terá deixado “ninguém entusiasmado”, diz que era possível encontrar alguém politicamente “mais abrangente”, mas admite que possa vir a ocupar uma pasta influente. O cronista contesta a entrevista do escritor Sérgio Rodrigues que traça um retrato negativo da forma como os portugueses avaliam o português escrito no Brasil: “o diagnóstico assenta em coisas falsas”. O podcast chega ao centésimo episódio. Servirá para influenciar a escrita? Confira a resposta.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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