Miguel Sousa Tavares não poupa nas palavras para condenar os tumultos em França, depois de um jovem de 17 anos ter sido baleado e morto pela polícia. O cronista fala mesmo em "execução". A critica estende-se à violência nas ruas, justificada pela conjugação do descontentamento de jovens de origem argelina com franceses movidos pelas redes sociais, que fomentam "ódio e insulto". Na edição do podcast falamos ainda da recondução de Stoltenberg na NATO e do relatório preliminar da comissão da TAP. Sousa Tavares guarda reflexões finais para a versão definitiva, mas já vislumbra algumas falhas.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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