Miguel Sousa Tavares fala esta semana de André Ventura e do Chega e conclui que não se encaixa no perfil do tradicional fascista ("falta-lhe substrato intelectual e convicções"), tratando-se, isso sim, de um populista demagogo, cujo discurso é importante desmontar e desconstruir e que esse deve ser o objetivo dos outros partidos, em particular do PSD. No improviso do podcast semanal, Sousa Tavares fala ainda do anúncio de candidatura de André Villas Boas, um esforço que "não é inglório", mas não acredita que a mudança chegue já ao FC Porto e que Pinto da Costa e "a sua gente" abandonem o cargo pacificamente. "Acabou-se a unidade dentro do FC Porto", acrescenta.

Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC
43:01

“Nunca vi tamanha perseguição como se está a passar com Luís Neves”. A defesa apesar da critica: a resposta do MAI “tem sido um desastre”
24:04

Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
21:48