Miguel Sousa Tavares fala esta semana de André Ventura e do Chega e conclui que não se encaixa no perfil do tradicional fascista ("falta-lhe substrato intelectual e convicções"), tratando-se, isso sim, de um populista demagogo, cujo discurso é importante desmontar e desconstruir e que esse deve ser o objetivo dos outros partidos, em particular do PSD. No improviso do podcast semanal, Sousa Tavares fala ainda do anúncio de candidatura de André Villas Boas, um esforço que "não é inglório", mas não acredita que a mudança chegue já ao FC Porto e que Pinto da Costa e "a sua gente" abandonem o cargo pacificamente. "Acabou-se a unidade dentro do FC Porto", acrescenta.

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