Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já decidiu, mas deixa um reparo.

“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
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O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
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“Fomos todos apanhados com as calças na mão”: os avisos da Proteção Civil que ficaram aquém, o papel de Montenegro e a “sorte grande” de Ventura
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