Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.

“Fomos todos apanhados com as calças na mão”: os avisos da Proteção Civil que ficaram aquém, o papel de Montenegro e a “sorte grande” de Ventura
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“Trump acha que é uma espécie de jogador de casino. É um caso notável de demência. Gostava de lhe perguntar: Qual é o objetivo final?”
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“Sinto uma revolta surda contra alguém que se diz cristão”: Sousa Tavares critica Ventura e explica porque vai “tapar os olhos” ao votar
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