Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.

Miguel Sousa Tavares e a privatização da TAP: “Os portugueses que pagam impostos estão de acordo, os que não pagam estão contra”
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Miguel Sousa Tavares entrevista Ernesto Melo Antunes, em 1994: “Os militares não impuseram nada aos partidos”
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“A saída do Ronaldo faz-me lembrar a de Pinto da Costa no Porto: tinha ganho tudo, podia ter saído em ombros várias vezes, acabou humilhado”
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