Sousa Tavares analisa a resposta de Montenegro às tempestades: “deve ser o mais parecido que tivemos com uma guerra desde as invasões francesas”, para considerar que começou por faltar liderança e que foi o PR quem “puxou a carroça”. Sobre os efeitos, teme consequências económicas graves, propõe que a reconstrução seja feita a ter em conta os erros do passado e critica o momento escolhido pela MAI para deixar as funções. Sobre as presidenciais, diz que os eleitores “fizeram de um dia cinzento, um dia claro”. Fala ainda do papel de Seguro e deixa uma ideia em jeito de provocação sobre o voto dos emigrantes. Por fim, elogios para uma “excelente notícia” que chega da AR.

As criticas à seleção “endeusada” e a Ronaldo, “é triste vê-lo acabar assim” e a reação com dois ministros sob fogo: “Vai parecer que sou defensor do Governo”
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A “entrada a pés juntos” de Bugalho, o caso das Lajes pelo qual “os EUA têm de responder” e a contaminação das pastagens, “uma coisa de anedota”
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“A guerra foi completamente estúpida e a única coisa boa é que aparentemente durou quatro meses”
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