Sousa Tavares fala do “desfecho anunciado” para os participantes da flotilha onde se misturou “um lado de preocupação genuína e outro de propaganda um pouco ridícula”. Sobre a campanha de Lisboa, os elogios vão para a CDU. Em destaque, a estratégia de Ventura em que “a mentira serve como arma política“

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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