Miguel Sousa Tavares acredita que na corrida ao lugar vagado por António Costa, Pedro Nuno Santos parte em vantagem sobre Luís Montenegro. Porque o líder apenas critica e não apresenta um plano para Portugal e porque decidiu recriar uma Aliança Democrática que viverá na sombra da original. “Em vinte minutos”, o secretário-geral do PS relevou muito mais ideias, diz Sousa Tavares.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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