Miguel Sousa Tavares, que preferia que o sucessor de Lucília Gago fosse escolhido fora da magistratura, fala no podcast sobre os desafios de Amadeu Guerra. Analisa ainda o resultado do relatório arrasador sobre a nacionalização da Efacec: "estava escrito nas estrelas". Lamenta "os interesses" que impedem avanços no pós-incêndios e fala do atual momento da guerra no Médio Oriente que tem o Irão como novo alvo de Israel.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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