Miguel Sousa Tavares, que preferia que o sucessor de Lucília Gago fosse escolhido fora da magistratura, fala no podcast sobre os desafios de Amadeu Guerra. Analisa ainda o resultado do relatório arrasador sobre a nacionalização da Efacec: "estava escrito nas estrelas". Lamenta "os interesses" que impedem avanços no pós-incêndios e fala do atual momento da guerra no Médio Oriente que tem o Irão como novo alvo de Israel.

Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC
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“Nunca vi tamanha perseguição como se está a passar com Luís Neves”. A defesa apesar da critica: a resposta do MAI “tem sido um desastre”
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Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
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