Os políticos “sem coragem” para mexer do estatuto do MP e as “cambalhotas políticas” de Assis e Álvaro Beleza
Miguel Sousa Tavares destaca esta semana o "fechamento corporativo" do Ministério Público onde, por contraste com o que acontece noutros países, não há controlo externo e critica a classe política que não quis acompanhar ("por falta de coragem") o ex-líder do PSD, Rui Rio, que propôs a revisão do estatuto do MP. O cronista aponta baterias para o funcionamento do DCIAP e para a PGR. Entende que as explicações de Lucília Gago sobre o comunicado que antecedeu a demissão de Costa "não colhem". Também não poupa nas criticas a dois nomes do PS que apoiam Pedro Nuno Santos - Assis e Beleza -"uma trapalhada imensa". Na antecipação da COP, Sousa Tavares admite que as expectativas são poucas.
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Miguel Sousa Tavares de Viva Voz
Da edição do Expresso em papel para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva vo…Social links
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