Miguel Sousa Tavares considera que já é tempo de virar a página dos discursos do 10 de junho que remetem para um passado de glória. O recado serve a Marcelo Rebelo de Sousa que o cronista gostaria de ouvir falar de questões importantes, que estão para além do próximo ciclo eleitoral. Sobre os "ramos mortos" e a troca de recados entre PR e Governo, considera que o presidente não resiste à "beliscadela" que depois é devolvida. Sousa Tavares esperava mais solidariedade e sensibilidade para com o PM, alvo de cartazes insultuosos, porque "em causa está a dignidade de quem foi eleito". No improviso, falamos das mudanças nos Certificados de Aforro.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
26:42

“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
25:29

Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
30:46