Miguel Sousa Tavares faz uma análise do acordo entre Israel e o Hamas para concluir que a palavra final (ou será "ameaça?) de Trump foi determinante. Sobre os incontroláveis incêndios nos EUA lembra que "só não vê as alterações climáticas quem não quer". Elogia a ministra pelo discurso em que chamou a atenção para o "essencial" do trabalho na Justiça e considera que Centeno fez bem em clarificar a sua posição nas presidenciais, respondendo a quem levantou dúvidas sobre as intervenções como Governador. O cronista desafia outros potenciais candidatos a fazerem o mesmo exercício.

A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
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“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
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O Governo que “aprendeu em andamento” a lidar com a tragédia, a ministra que saiu “a meio da batalha” e a “posição fortíssima de Seguro”
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