Miguel Sousa Tavares considera que o mundo, na sua geração, nunca esteve tão perto da guerra como hoje e acusa a Europa, tal como a Rússia, de não contribuir para qualquer plano de paz. Critica ainda os líderes europeus por não condenarem as ações de Israel e diz que só as opiniões públicas podem fazer a diferença. Em análise ainda a distribuição de bónus pela venda do Novo Banco.

Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC
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“Nunca vi tamanha perseguição como se está a passar com Luís Neves”. A defesa apesar da critica: a resposta do MAI “tem sido um desastre”
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Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
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