Miguel Sousa Tavares considera que o mundo, na sua geração, nunca esteve tão perto da guerra como hoje e acusa a Europa, tal como a Rússia, de não contribuir para qualquer plano de paz. Critica ainda os líderes europeus por não condenarem as ações de Israel e diz que só as opiniões públicas podem fazer a diferença. Em análise ainda a distribuição de bónus pela venda do Novo Banco.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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