Miguel Sousa Tavares considera que o mundo, na sua geração, nunca esteve tão perto da guerra como hoje e acusa a Europa, tal como a Rússia, de não contribuir para qualquer plano de paz. Critica ainda os líderes europeus por não condenarem as ações de Israel e diz que só as opiniões públicas podem fazer a diferença. Em análise ainda a distribuição de bónus pela venda do Novo Banco.

A guerra e a reação “prejudicial aos interesses nacionais”, o ministro que “nos envergonha” e o escritor que “revolucionou a prosa”
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A guerra “mais estúpida de sempre” e “a coragem” de Luís Neves ao “não recuar perante os desafios”
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“Coitados dos autarcas se houver Regionalização” e uma pergunta: um país regionalizado teria respondido melhor à calamidade?
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