Miguel Sousa Tavares escreve esta semana sobre a tensão no Brasil, por força da instabilidade das Forças Armadas: "pessoas muito marcadas pela extrema-direita". No podcast, que acompanha a crónica, não passamos ao lado das polémicas recentes da política portuguesa e do caso "extremamente grave" de Pedro Nuno Santos bem como do jogo de "malabarismo das palavras" de Gomes Cravinho. No improviso, a interrogação crítica do autor: "mas porque é que organizamos as Jornadas da Juventude? será que não aprendemos?".

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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