A guerra avança no Médio Oriente e acentuam-se as clivagens entre os lados das trincheiras e entre as opiniões públicas. Miguel Sousa Tavares considera que é o resultado da forma deficitária como se formam as opiniões nas redes sociais, "avessas a um pensamento estruturado e informado". Sobre a guerra no terreno, o cronista sublinha o papel "importante" de Joe Biden, por contraste com as deslocações de Sunak e Macron, à procura de serem popularidade caseira. Destaque ainda para o OE e para Montenegro que Sousa Tavares duvida "que alguma vez chegue a PM", a não ser que o adversário se chame Pedro Nuno Santos.

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