Miguel Sousa Tavares analisa o momento da politica americana, dentro e fora dos EUA. Deixa o alerta perante sinais de pressão: "se fosse habitante da Gronelândia, estava a preparar-me para o pior". Fala do papel que pode vir a caber ao partido Democrata e à sociedade civil. Destaque ainda para os números (positivos) da execução fiscal portuguesa, com um conselho a Miranda Sarmento: "seria honesto se reconhecesse que este é um trabalho de longo curso".

Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC
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“Nunca vi tamanha perseguição como se está a passar com Luís Neves”. A defesa apesar da critica: a resposta do MAI “tem sido um desastre”
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Montenegro “tem todas as razões” para manter a confiança em Luís Neves, as consequências que a CPI pode ter na PJ e as dúvidas no negócio das fragatas: “Porquê a pressa”?
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