O cronista antecipa as presidenciais e conclui que, uma vez mais, "não lhe apetece votar". Além das dúvidas sobre Gouveia e Melo, considera Marques Mendes "um conspirador profissional disfarçado de comentador", Seguro "veio do além" e Vitorino é "brilhante, mas entre servir o país ou servir-se dos negócios, optou pelos negócios". Sobre as legislativas, Sousa Tavares diz que parte dos votantes do Chega são "saudosistas do 24 de abril", os restantes são "os vencidos da vida".

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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