Num tempo marcado pelo excesso de informação, Miguel Sousa Tavares lembra o peso e o impacto das escassas palavras proferidas por Isabel II ao longo da história. No podcast que acompanha o artigo no Expresso, o autor fala de um reinado que começou com Churchill como primeiro-ministro e acabou com Liz Truss. Uma líder que “mudou de opinião e de campo várias vezes” na política. Miguel Sousa Tavares fala ainda da guerra e de um exército russo que “dá ideia que não é profissional”. No improviso não esquece as mudanças na Saúde: “Os portugueses deviam acender uma velinha para o Dr. Fernando Araújo”.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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