Miguel Sousa Tavares regressa à CPI da TAP para criticar a valorização de um debate em torno de incidentes que “não interessam ao país”, nem ao próprio comentador que assume não “aguentar mais” continuar a ouvir falar de um assunto que lhe causa “vómito”. O cronista do Expresso diz que gostaria de ter uma oposição que questionasse e fiscalizasse a governação e que assim desgastam-se todos: Governo, oposição e a Democracia. Não faltam críticas à intervenção de Cavaco Silva que, em vez de falar para o país, refugiou-se no “ciclo partidário de onde veio”. O PSD conseguiu ganhar algum “falso ânimo”, uma vez que a iniciativa não veio do líder, Luis Montenegro “chega a ser penoso”. A investigação na Operação Tutti Frutti, que deixa os visados sem defesa, também merece nota negativa. A gravidade do racismo no futebol em Espanha, diz Sousa Tavares, devia resultar numa condenação pesada: “eu expulsava o clube do futebol por vários anos”.

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