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“A Fenprof é o inimigo número um da escola pública”, a “rolha apertada” de Mendonça Mendes e a JMJ “tem francamente tudo para correr mal”

 

Miguel Sousa Tavares assume não nutrir simpatia pelas greves dos professores, considera o assunto do SIS e do portátil uma perda de tempo e assume dúvidas quanto à exequibilidade da Jornada Mundial da Juventude.