Uma reflexão sobre a jovem Democracia portuguesa nos 49 anos do 25 de abril e um olhar crítico para o Chega na cerimónia de boas-vindas a Lula da Silva. Segue por aqui o artigo e o podcast de Miguel Sousa Tavares. O cronista entende que o protesto dos deputados do Chega apenas envergonhou os próprios e que o Presidente do Brasil "desarmou os arruaceiros". Falamos ainda do papel de Santos Silva em toda a polémica. Sousa Tavares analisa a responsabilidade do Ministério Público ("andou aos papéis") nos adiamentos do processo de José Sócrates. E acabamos a refletir sobre as condecorações de Marcelo a que nem a primeira-dama de Lula escapou, num processo de banalização das condecorações. Miguel Sousa Tavares deixa ainda uma pergunta a Marcelo sobre a atribuição da Ordem da Liberdade a Fernando Tordo e Paulo de Carvalho.

O “infeliz ministro”, a humilhação de Trump, o código laboral e a palavra odiosa: “Se me chamarem idoso fico pior que estragado”
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“A falta de coragem de uma política externa que nos orgulhe”, a “gaiola das loucas” de alguns deputados e o mérito de Villas-Boas que “pegou num cadáver e o ressuscitou”
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Jovens “sem valores e humanismo”, velhos no “espetáculo decadente” do jogo e a “grande corrupção” de que não se fala
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