Miguel Sousa Tavares lamenta que não haja quem esteja disponível para defender uma solução pacífica para o atual conflito no Médio Oriente e considera que a Europa tem um papel crucial, que não tem vindo a desempenhar, na resolução do diferendo e na exigência de uma solução para o pós-guerra. O cronista passa ainda em revista os acontecimentos em torno do que se passou na reunião do Conselho de Estado, que antecedeu a convocação das legislativas antecipadas. Sousa Tavares critica a "promiscuidade de valores" dos conselheiros "ao serviço das suas convicções partidárias", o que contribui, na sua opinião, para a perda de prestígio das instituições.

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