Nasceu em maio de 1947, em África. De Angola guarda os espaços, as cores e o tempo. Viveu no Porto e mais tarde em Lisboa onde viu a Primavera "pela primeira vez", conta. Já convivia com a pintura em casa, mas tornou-se pintora por acidente. Viajou por diversas paragens, mas Paris foi a essência da carreira e a assinatura inconfundível da sua obra. Gosta de cores suaves, mas também pinta com tons fortes, principalmente quando olha para o mundo com olhos de esperança e luta. Quando perdeu o seu estúdio de 45 anos refugiou-se em casa, mas as suas mãos, que um dia a atraiçoaram, quase pondo fim à sua paixão pelos pinceis e tintas, trouxeram-lhe uma segunda vida. Ama pintar, entregou-se à arte durante tantos anos que nunca pensou ter uma família. Dezenas de prémios representam a vida de Gracinda Candeias. Ouça aqui o novo episódio do Geração 40

João David Nunes: “A rádio vai ser o meio que vai sobreviver com mais facilidade. Prolonga-se pelos podcasts, pela internet. É o menos intrusivo que existe, as pessoas podem ouvir e fazer outras coisas”
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António Homem Cardoso: “O fantástico da fotografia é concentrar a história toda numa imagem. A aflição, a ternura, o ódio, o amor, tudo num fotograma”
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Embaixador Francisco Seixas da Costa: “Saio de Vila Real, filho único, lançado às feras no Porto. Para mim aquilo era Nova Iorque, Paris, Londres. Foi assim uma coisa deslumbrante”
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