Nasceu em Vila Real em janeiro de 1948. Embaixador durante 40 anos e com uma vida preenchida de cargos que desempenhou sempre com entusiasmo e competência. Estudou no Liceu de Vila Real e foi durante a tentativa de ser engenheiro eletrotécnico que pressentiu que a carreira passaria por outros circuitos. Diz que a graça da vida está no “improviso”, fez rádio, jornalismo e licenciou-se em Ciências Sociais e Políticas, entrando na carreira diplomática sem que isso tivesse sido um projeto de vida. Estava na tropa quando se deu o 25 de Abril, não se considera “herói da Revolução”, mas deu uma mão. Teve uma mão ativa nos tratados de Amesterdão e Nice e no Acordo de Schengen no âmbito da construção da União Europeia. E estava em Nova Iorque quando aconteceram os atentados de 11 de setembro de 2001. O embaixador Francisco Manuel Seixas da Costa é o convidado do novo episódio do Geração 40, conduzido por Júlio Isidro

José Carlos Vasconcelos: “Em 1973 o país estava cheio de cartazes 'Droga, loucura, morte'. Tive processos pidescos com acusações contra pessoas que tinham dado umas passas numa festa de passagem de ano”
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João Botelho: “Fugia todas as noites para o cinema, para ver filmes maus, bons, assim, assim”
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António Bessone Basto: “Estava sempre queimado e dentro de água, até me chamavam o choco”
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