Sofia Aparício foi a manequim portuguesa mais icónica dos anos 90. Já a chamaram ‘mulher camaleão’ pela forma arrojada e carismática com que vestia muitas peles. Depois reinventou-se como atriz. E tem feito caminho no teatro, na televisão e no cinema. Acaba de ser distinguida com o prémio de melhor atriz pela curta-metragem “Sisyphus”, no Berlin Short Film Awards, mas revela que o passado na moda é uma sombra e que lhe colam ainda ao corpo o papel de ‘sedutora’. Porém, diz-se em paz com isso e vive a amealhar para viajar durante meses para os lugares mais remotos e improváveis do mundo. Atualmente é a imagem da campanha “The World Is Not Fucking Pink”, a despertar consciências para temas que vão do problema humanitário dos refugiados, ao genocídio em Gaza, aos abusos na Igreja, o machismo, o racismo, a desigualdade de género ou a mutilação genital feminina. Ouçam-na na primeira parte da conversa com Bernardo Mendonça

Pedro Marques Lopes (parte 2): “Não descarto a possibilidade de vir a ter um cargo político. Não sei se alguém vai ter a inconsciência total de me propor tal coisa”
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Pedro Marques Lopes (parte 1): “Estou motivado a não deixar crescer o terrível cancro que são os discursos discriminatórios na comunidade. Sinto essa responsabilidade”
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Teolinda Gersão (parte 2): “Ainda não aprendemos que não pode ser a força bruta, do dinheiro ou das armas a reger o mundo. Eticamente não avançámos nada”
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