Ouça aqui a segunda parte da conversa com o comentador e cronista Pedro Marques Lopes, que revela aqui os pormenores da sua grande guinada profissional e pessoal, por altura da Troika.
E dá conta de que é um cantor e um ator frustrado, um sonho da juventude nunca realizado “por falta de coragem”. Sobre o futuro, afirma que não descarta a ideia vir a candidatar-se a um cargo político.
Depois partilha algumas das músicas que o acompanham, lê um excerto do livro “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, de José Saramago, e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas!

Grada Kilomba (parte 2): “Interessa-me o chão comum. Na arte quero criar um senso de humanidade, revelando e desmantelando a violência”
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Grada Kilomba (parte 1): “É fundamental ser radical. Pode ser extremamente libertador e belo. A criação é um ato de absoluta radicalidade”
1:18:26

António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”
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