Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o advogado António Garcia Pereira recorda os casos que mais se orgulha de ter vencido em tribunal. Depois faz uma viagem no tempo até alguns dos momentos que o marcaram no passado, como quando era um jovem estudante e, com vários colegas, ajudou a população na tragédia das cheias de 67 e se deu conta de um país miserável que não aparecia retratado nos jornais.
Garcia Pereira relata ainda outros momentos: quando viu um colega seu ser assassinado à sua frente por um agente da PIDE em plena universidade, ou como viveu o dia 25 de Abril e escapou de uma rajada de metralhadora vinda de uma janela, que atingiu uma jovem rapariga que o próprio procurou salvar, arrastando-a para debaixo de um veículo.
E partilha as músicas que o acompanham, deixa algumas sugestões culturais e lê um excerto do livro “Um Dia Sempre Teremos Sido Todos Contra Isto”, do escritor e jornalista Omar El Akad. Boas escutas!

Lisa Vicente (parte 2): “Faz-me impressão o ‘achismo’ sobre o que não se domina. Isso pode ser feito no café, mas não veiculado para milhões de pessoas”
1:26:58

Lisa Vicente (parte 1): “É possível haver prazer sensual e sexual sem penetração. E pode até não passar pelos genitais. E é normal não haver sempre orgasmo”
1:04:26

Inês Marinho (parte 2): “Antes dizia que se há um fascista na mesa e te sentas, passam a ser dois fascistas. Mudei. É importante o diálogo”
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