É uma das maiores figuras da arquitetura mundial e um dos mais premiados de sempre. Há 30 anos, Álvaro Siza Vieira foi o primeiro arquiteto português a receber um Pritzker - considerado o Nobel da arquitetura. Pode mesmo dizer-se que Siza reescreveu a história da arquitetura projetando-a para o futuro. A um mês de completar 89 anos, Siza Vieira faz um balanço do percurso, critica o “estado de agonia” da profissão e lamenta não ter mais trabalho e não estar a deixar mais obra relevante no país. “Quando me é atribuído um prémio fico satisfeito mas, ao mesmo tempo, digo 'vou ter mais problemas para ter trabalho.'“ Ouçam-no no podcast “A Beleza das Pequenas Coisas“, com Bernardo Mendonça.

Marco Martins (2ª parte): “Gosto da falha, desde que não venha da preguiça. Há grandes obras de arte que nascem de falhas. No cinema diz-se ‘o erro belo’”
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Marco Martins (1ª parte): “Vivemos numa sociedade do ego, a ideia de comunidade esvaziou-se. Há uma crise de relações e a arte abre diálogo com o outro”
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Margarida Vila-Nova (parte 2): “O nosso maior inimigo é o medo. Tenho medo do medo que me trava e medo de deixar de sonhar. Sou uma sonhadora nata”
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