Nesta segunda parte da conversa, a cientista e professora catedrática Maria do Carmo Fonseca reflete sobre as razões do atraso económico do país e que estratégias deveriam ser tomadas para travar a fuga de cérebros.
A investigadora dá o exemplo da China como um caso de sucesso, pela sua aposta na Ciência, e considera que o sistema de ensino precisa de uma revolução, para que os alunos sejam mais estimulados. “Temo que o ensino atual se limite a avaliar conhecimento adquirido e não desenvolva o espírito crítico.”
Depois recorda a infância, a adolescência no 25 de Abril, conta como encontrou a sua ‘alma gémea’, e o que deseja para o futuro.
No final, lê um poema da cientista Maria de Sousa, revela algumas das músicas que a acompanham e deixa sugestões culturais. Boas escutas!

Filipe Homem Fonseca (parte 2): “É de uma petulância enorme acharmos que vamos ser a última das gerações. Vêm aí tempos piores, mas creio nas futuras gerações”
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Filipe Homem Fonseca (parte 1): “Acredito cada vez mais no vagar, na finitude e numa boa gargalhada”
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Viriato Soromenho-Marques (parte 2): “A paz é uma das mais difíceis invenções da Humanidade. E é a grande invenção e projeto que temos de realizar”
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