Nesta segunda parte da conversa, a cientista e professora catedrática Maria do Carmo Fonseca reflete sobre as razões do atraso económico do país e que estratégias deveriam ser tomadas para travar a fuga de cérebros.
A investigadora dá o exemplo da China como um caso de sucesso, pela sua aposta na Ciência, e considera que o sistema de ensino precisa de uma revolução, para que os alunos sejam mais estimulados. “Temo que o ensino atual se limite a avaliar conhecimento adquirido e não desenvolva o espírito crítico.”
Depois recorda a infância, a adolescência no 25 de Abril, conta como encontrou a sua ‘alma gémea’, e o que deseja para o futuro.
No final, lê um poema da cientista Maria de Sousa, revela algumas das músicas que a acompanham e deixa sugestões culturais. Boas escutas!

Maria do Carmo Fonseca (parte 1): “É possível atrasar o envelhecimento. O desafio da Ciência é levar-nos aos 100 anos com boa cabeça e qualidade de vida”
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Ana Deus (parte 2): “A vaidade isola-nos e é ridícula. Já me escondi atrás da vaidade, na pose da artista. Não sou vaidosa, não quero falar do meu umbigo”
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Ana Deus (parte 1): “Já não quero saber da opinião dos outros. É normal, quando se cresce. E não amarguei. Correu quase tudo bem. A minha vida podia ter descambado muito”
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