Nesta segunda parte da conversa, o escritor Rui Cardoso Martins revela qual a crónica que mais lhe custou escrever e explica a razão. Uma história tremenda, chocante, que precisou de poucas palavras e nenhum adjetivo. Rui refere os livros que o salvaram da dor e destaca um que gostaria de ter escrito de outro autor. E aproveita para ler um excerto dele, assim como uma parte muito curiosa do seu último romance “As melhoras da morte”. Uma obra onde se colocou muito lá dentro, através de um alter ego, que Rui recuperou do seu primeiro romance “E se eu gostasse muito de morrer”. O escritor recorda ainda as últimas frases do seu pai e da mãe dos seus filhos mais velhos, a editora Tereza Coelho, e de como ambas o marcaram e o acompanham. E ainda revela algumas das músicas que o acompanham e dá algumas sugestões culturais. Boas escutas!

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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