Nesta segunda parte da conversa, o escritor Rui Cardoso Martins revela qual a crónica que mais lhe custou escrever e explica a razão. Uma história tremenda, chocante, que precisou de poucas palavras e nenhum adjetivo. Rui refere os livros que o salvaram da dor e destaca um que gostaria de ter escrito de outro autor. E aproveita para ler um excerto dele, assim como uma parte muito curiosa do seu último romance “As melhoras da morte”. Uma obra onde se colocou muito lá dentro, através de um alter ego, que Rui recuperou do seu primeiro romance “E se eu gostasse muito de morrer”. O escritor recorda ainda as últimas frases do seu pai e da mãe dos seus filhos mais velhos, a editora Tereza Coelho, e de como ambas o marcaram e o acompanham. E ainda revela algumas das músicas que o acompanham e dá algumas sugestões culturais. Boas escutas!

MARO (parte 2): “Já me disseram que não devia lançar tanta música, nem seguir este estilo. Mas o meu objetivo não é ficar famosa, mas fazer o que gosto”
38:37

MARO (parte 1): “O mundo terá sempre coisas complicadas. Creio que se houver alguma coisa boa que eu possa trazer ao mundo, é através da música”
1:04:33

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
49:02