Nesta segunda parte, o antropólogo Miguel Vale de Almeida responde a um audio surpresa da amiga e deputada do PS, Isabel Moreira, vai mais a fundo sobre o que importa discutir sobre o passado colonial e as mudanças a fazer no presente, recorda a sua experiência na Assembleia da República, enquanto deputado independente do PS, fala dos desafios da Europeias, dos desconfortos ou desencontros com o espelho, e do futuro que deseja para a sua filha Salomé, de 15 anos. E partilha ainda algumas das músicas que o marcaram na fase mais efervescente da sua juventude, lê um excerto do livro “Pedra Branca”, que escrito em co autoria com Ethel Feldman, que lhe valeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga, e dá pistas sobre o amanhã glorioso que deseja para si. Boas escutas!

Joana Gorjão Henriques (parte 2): “A revolução de género ainda não chegou aos lares. Apesar dos avanços, as mães continuam a grande força motora das famílias”
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Joana Gorjão Henriques (parte 1): “O racismo não é uma questão de direita ou de esquerda. A democracia herdou esse racismo, ainda não o resolveu”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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