Nesta segunda parte, o antropólogo Miguel Vale de Almeida responde a um audio surpresa da amiga e deputada do PS, Isabel Moreira, vai mais a fundo sobre o que importa discutir sobre o passado colonial e as mudanças a fazer no presente, recorda a sua experiência na Assembleia da República, enquanto deputado independente do PS, fala dos desafios da Europeias, dos desconfortos ou desencontros com o espelho, e do futuro que deseja para a sua filha Salomé, de 15 anos. E partilha ainda algumas das músicas que o marcaram na fase mais efervescente da sua juventude, lê um excerto do livro “Pedra Branca”, que escrito em co autoria com Ethel Feldman, que lhe valeu o Grande Prémio de Literatura Biográfica Miguel Torga, e dá pistas sobre o amanhã glorioso que deseja para si. Boas escutas!

Júlia Pinheiro (parte 2): “Nós já não estamos a pensar. Delegamos tudo à máquina. E não refletimos a mutação desse modo de vida. Isto deixa-me um elefante no peito”
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Júlia Pinheiro (parte 1): “Não estou habituada a que me escutem. As pessoas sabem muita coisa sobre mim, mas se calhar não sabem nada…”
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Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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