Tornou-se conhecida enquanto deputada do PS, entre 2005 e 2009, mas nos últimos anos, após superar uma grande depressão, tem-se dedicado a alertar a opinião pública para a urgência dos cuidados das doenças mentais. "O Governo ainda não encarou este tema com a seriedade que merece. Estima-se que pelo menos 40% das pessoas com sintomas de problemas mentais não tenham resposta médica. A pandemia da saúde mental é tão grande que ignorá-la é maluquice!" Atualmente a trabalhar como consultora de comunicação digital, Marta Rebelo recorda nesta conversa as várias discriminações que sofreu no Parlamento, e afirma que tem um “desamor à carneirada” e ao “preconceito mansinho à portuguesa”. A propósito da reportagem de investigação da SIC “Quando o ódio veste farda”, deixa o recado: "Os poderes públicos estão a falhar na seleção e formação das pessoas para as forças de segurança. Não acho normal que uma pessoa racista seja polícia. Um polícia tem a função de manter a segurança de todos os portugueses, com neutralidade. E alguns comportam-se como bandidos".”

Joana Gorjão Henriques (parte 2): “A revolução de género ainda não chegou aos lares. Apesar dos avanços, as mães continuam a grande força motora das famílias”
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Joana Gorjão Henriques (parte 1): “O racismo não é uma questão de direita ou de esquerda. A democracia herdou esse racismo, ainda não o resolveu”
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Maria do Carmo Fonseca (parte 2): “É preciso uma mudança radical no ensino. Que não seja só despejar conhecimento em cima dos jovens, mas que os estimule a terem pensamento crítico”
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