Ela é uma senhora televisão. Está diariamente em antena há mais de três décadas e sabe desta indústria como poucos. Júlia Pinheiro já apresentou todo o género de formatos televisivos. Do “trash TV” ao jornalismo justiceiro, das “Queridas Manhãs” aos programas da tarde em nome próprio, até aos formatos mais ousados, carismáticos e icónicos, como é o caso de “A Noite da Má Língua”, um programa que marcou o país nos anos 90, na SIC, e que dessacralizou a forma como se falava da classe política na televisão, com humor, rasgo e pensamento crítico. “A Noite da Má Língua deixou-me a bactéria da transgressão.” Qual o futuro da televisão, com cada vez mais pessoas a consumir formatos no YouTubee no streaming? O que mais a irrita ver na TV? Júlia responde. Ouçam-na nesta conversa com Bernardo Mendonça.

Filipa Leal (parte 2): “Quero ser melhor amiga, melhor amante e melhor pessoa. Também tento viver melhor e escrever melhor”
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Filipa Leal (parte 1): “À medida que a vida me começou a doer, curiosamente, o humor entrou na minha poesia”
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Susana Moreira Marques (parte 2): “A literatura é uma boa maneira de não formarmos opiniões rápidas. A boa literatura não nos fecha num ponto de vista”
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