Nesta segunda parte da conversa, a escritora Susana Moreira Marques revela como se relaciona com os princípios que estão na origem dos seus textos, livros e projetos. Depois reflete sobre o estado atual do jornalismo e sobre a importância de uma literatura que nos devolva tempo para pensar e para escutar os outros.
Quanto aos desafios da tecnologia, a autora afirma que se aflige ao ver escritores que escrevem livros como se fossem máquinas — e jornalistas que fazem o mesmo. E deixa um conselho: “Não imitemos as máquinas.”
No final, dá-nos a conhecer algumas das músicas que a acompanham, lê um excerto de Pequenas Coisas como Estas, de Claire Keegan, partilha várias sugestões culturais e revela algumas das pequenas coisas que lhe dão prazer. Boas escutas!

Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
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Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive”
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Lucélia Santos (parte 1): “É difícil essa coisa do mito. Estou radicalmente fora da sociedade de consumo, de glamour, de falsidades, da exposição egóica”
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