Nesta segunda parte da conversa, a poeta e jornalista Filipa Leal fala da “importância de ser norte”, reflete sobre o valor das amizades tardias e sobre a dor das amizades fortes que ficam pelo caminho, comenta a sua adrenalina e intensidade na vida, que a idade não alterou. E ainda fala das suas inquietações pessoais e do estado do mundo. Tudo bem embrulhado em muita poesia, nomeadamente num poema inédito que está incluído no seu próximo livro, “Amor chega em breve num Volkswagen”.
E ainda partilha algumas das músicas que a acompanham, lê Clarice Lispector, escolhe várias sugestões culturais e revela pequenos grandes prazeres que fazem parte do seu quotidiano. Boas escutas!

Joana Gama (parte 2): “Quero que seja tudo mais lento. Se pudesse dilatava o tempo. A minha ideia é deixar ouvir a ressonância das notas”
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Joana Gama (parte 1): “Quanto menos falamos, mais pensamos e ponderamos. O silêncio tem para mim uma importância extrema: preciso dele para me ouvir”
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Lucélia Santos (parte 2): “Acima do ser humano, luto pela floresta. É o que pode dar vias de sobrevivência a tudo o que vive”
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