Ouça aqui a segunda parte da conversa com a atriz Ana Guiomar, que aqui revela alguns dos seus maiores medos na vida, a razão de se considerar uma “desvairada”, e o que a levou há dois anos a recorrer a um psicólogo para fazer terapia. Uma mudança que trouxe mais segurança à atriz, que a leva a aprender a dizer que “não” (ao que não lhe faz bem ou não lhe interessa), e a ser mais empática para as pessoas à sua volta. Perto do final, Ana Guiomar lê dois poemas de Alice Vieira e ainda partilha alguns dos seus maiores desejos futuros, as músicas que a acompanham, e várias sugestões culturais. Boas escutas!
Músicas:
“Suburbs”- Arcade Fire
“Ella Baila Sola” - Peso Pluma
“Reserva para Dois” - Branko e Mayra Andrade
“Yendry” - Nena
Leitura:
Dois poemas de Alice Vieira
“O Caracol” e “O Que Dói Às Aves”
Teatro
“O Rinoceronte”, Teatro A Garagem (Até 22 de março)
“Uma Ideia Genial“, Teatro Maria Matos (Até 17 de Maio)
“Veneno, História de um Casamento”, Teatro Aberto (até 3 de Maio)

Ana Guiomar (parte 1): “Somos todos ridículos e ainda bem. Gosto muito do meu lado de revisteira. Mas também tenho mau feitio”
1:06:36

Vera Iaconelli (parte 2): “Não sei disputar. Não me interessa a competição. Destaco-me no que faço, mas quero é pertencer. Evito quem atua na inveja. Então faço uma seleção radical, e até sofrida”
55:20

Vera Iaconelli (parte 1): “Interesso-me pelo inconsciente, pela bizarrice, pelo disruptivo, pelos fios soltos e pela falha. É onde aparece a verdade”
1:12:34