Nesta segunda parte da conversa, o ator e autor de comédia Eduardo Madeira revela a personagem que mais gostava de representar no cinema, fala das inquietações que o assolam enquanto criativo e diz preferir trabalhar com boas pessoas, embora tenha atuado com artistas brilhantes, que pessoalmente, a seu ver, eram 'execráveis'. E ainda conta como é a sua relação com a fé e a religião, e como considera que o amor pode ser a revolução. No final, lê poemas de Sophia e Pessoa, deixa sugestões culturais e algumas das músicas que o acompanham. Boas escutas!

Lisa Vicente (parte 2): “Faz-me impressão o ‘achismo’ sobre o que não se domina. Isso pode ser feito no café, mas não veiculado para milhões de pessoas”
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Lisa Vicente (parte 1): “É possível haver prazer sensual e sexual sem penetração. E pode até não passar pelos genitais. E é normal não haver sempre orgasmo”
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Inês Marinho (parte 2): “Antes dizia que se há um fascista na mesa e te sentas, passam a ser dois fascistas. Mudei. É importante o diálogo”
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