É um dos mais populares atores e autores de comédia em Portugal. Tornou-se conhecido por imitar de forma brilhante as mais variadas figuras públicas e pela sua escrita satírica. Este ano, Eduardo Madeira voltou à estrada com o seu solo mais pessoal de sempre. Neste “Grande entre os Assassinos”, revela episódios difíceis por que passou, com a lente da comédia: O sexo, a loucura, os excessos, as dores pessoais, e como acabou testemunha num processo de violência doméstica a envolver um antigo colega do meio artístico. Uma purga que há muito o ator precisava fazer. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça

Lisa Vicente (parte 2): “Faz-me impressão o ‘achismo’ sobre o que não se domina. Isso pode ser feito no café, mas não veiculado para milhões de pessoas”
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Lisa Vicente (parte 1): “É possível haver prazer sensual e sexual sem penetração. E pode até não passar pelos genitais. E é normal não haver sempre orgasmo”
1:04:26

Inês Marinho (parte 2): “Antes dizia que se há um fascista na mesa e te sentas, passam a ser dois fascistas. Mudei. É importante o diálogo”
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