É um dos mais populares atores e autores de comédia em Portugal. Tornou-se conhecido por imitar de forma brilhante as mais variadas figuras públicas e pela sua escrita satírica. Este ano, Eduardo Madeira voltou à estrada com o seu solo mais pessoal de sempre. Neste “Grande entre os Assassinos”, revela episódios difíceis por que passou, com a lente da comédia: O sexo, a loucura, os excessos, as dores pessoais, e como acabou testemunha num processo de violência doméstica a envolver um antigo colega do meio artístico. Uma purga que há muito o ator precisava fazer. Ouçam-no nesta primeira parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, de Bernardo Mendonça

Grada Kilomba (parte 2): “Interessa-me o chão comum. Na arte quero criar um senso de humanidade, revelando e desmantelando a violência”
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Grada Kilomba (parte 1): “É fundamental ser radical. Pode ser extremamente libertador e belo. A criação é um ato de absoluta radicalidade”
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António Garcia Pereira (parte 2): “Atuei sempre de acordo com a minha consciência. Quando faço a barba e olho-me ao espelho, não tenho vergonha do que vejo”
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