Ela é um fenómeno nas redes sociais e tem espalhado poesia, como quem espalha perfume, inquietação, humanidade e consciência social por onde passa e é vista. Há quem lhe chame a nossa Amanda Gorman, a poeta americana que deu que falar na tomada de posse do Presidente Joe Biden. Mas as comparações são sempre injustas e redutoras. A sua popularidade disparou quando começou a circular um vídeo em que declama os versos de “Poeta”, um texto da sua autoria que já a habita no avesso da pele, e que fala sobre o instante revelador em que uma criança se dá conta de que os lápis com que ia pintar têm uma cor chamada “cor de pele”.

Marina Mota (parte 2): “O meu camarim é um confessionário, muitos vão lá desabafar e, outras vezes, é um posto médico, melhor que o SNS”
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Marina Mota (parte 1): “Quando me estreei disseram que eu era a nova Ivone Silva ou a nova Amália. Perdoem-me, mas sou a primeira Marina Mota”
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António de Castro Caeiro (parte 2): “Sou um animal de sala de aula. Adoro tanto dar aulas que já estou com medo de ter de me reformar aos 70”
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