A China iniciou mais uma digressão diplomática de Ano Novo pelo continente africano, com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi, a visitar países considerados estratégicos no Leste e no Sul de África, como a Etiópia, a Somália, a Tanzânia e o Lesoto. Esta iniciativa surge num contexto de crescente competição geopolítica com os Estados Unidos e a União Europeia, envolvendo rotas comerciais, acesso a recursos naturais e influência política no continente. Para analisar o alcance político e económico desta ofensiva diplomática chinesa em África, ouvimos Marcus Vinicius de Freitas, docente da Universidade de Relações Internacionais da China.