Um grupo de mais de 1.500 jovens moçambicanos defende a redução dos poderes de nomeação do Presidente da República, nomeadamente no que diz respeito aos órgãos da justiça e às universidades públicas, como forma de reforçar a separação efectiva de poderes e limitar a influência política nas instituições do Estado. A proposta, apresentada no âmbito do Diálogo Nacional Inclusivo, reabre o debate sobre reformas constitucionais, independência judicial e modelos de governação em Moçambique. Para analisar as implicações jurídicas e políticas desta iniciativa, Gerson da Silva, jurista e Presidente da Associação Mentes Resilientes.